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| Kaefer defende votação de grandes reformas no Congresso Nacional |
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Matéria publicada em:
02/02/2010
Fonte: Lima Rodrigues - Assessoria de Imprensa do Deputado
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(Brasília – 02/02/2010) Ao comentar sobre a abertura dos trabalhos do Congresso Nacional nesta terça-feira, o deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR) voltou a defender a votação de grandes e importantes reformas de interesse do país, mas ressaltou que em um ano eleitoral isto é impossível de acontecer e nem há clima para discutir estes temas polêmicos, conforme defendeu o presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP), em seu discurso na cerimônia de início do ano legislativo.
O deputado paranaense lembrou que o Congresso teve três anos para votar estas reformas e não votou, e ressaltou que na maioria das vezes a base governista não permitiu que se avançasse na organização, na discussão e votação das grandes reformas. “Nós precisamos sim de uma reforma política consistente; de uma reforma tributária para reduzir a nossa carga de impostos escorchantes nos ombros da população e mais outras tantas reformas que nós precisamos, como uma as reformas trabalhista e previdenciária”, disse Kaefer, destacando que “o déficit projetado para a Previdência Social é de R$ 40 bilhões, ao mesmo tempo que um aposentado que precisa de sua aposentadoria recebe cada vez menos. Então algo está errado e isto precisa ser reformulado”, alertou.
Alfredo Kaefer defendeu mais uma vez a reformulação no nosso modelo de ensino e de educação e uma reforma que ele considera das mais importantes, que é a do modelo federativo. “Não é possível mais compactuar com uma carga tributária enorme como a que nós temos e quase 60% desses recursos são destinados ao governo federal, quando lá nas nossas cidades, nos nossos municípios, faltam recursos para as coisas mais essenciais: saúde, educação, transporte, habitação, segurança, entre outras”.
O deputado Kaefer destacou que é preciso reequilibrar a distribuição das receitas tributárias do nosso País, dando mais recursos e autonomia aos nossos municípios, evitando assim que se tenha o subjugo à escravidão dos deputados que dependem cotidianamente das emendas parlamentares; a servidão dos prefeitos que estão em Brasília garimpando recursos nos ministérios - que são dos próprios municípios - porque são lá que o governo arrecada os impostos”, afirmou.
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